Praças de Roma: Conheça a cidade através de seis praças famosas e suas histórias

Assim como em toda a Europa, as praças são muito comuns e importantes na Itália. Era uma maneira que os antigos tinham de socializar. Eram nas praças que se encontravam para discutir sobre política, economia ou só para bater papo mesmo em um desses deliciosos dias de verão! É algo cultural.

Você vai reparar a quantidade de praças quando estiver montando seu roteiro: é piazza pra cá, piazza pra lá e se você não se organizar, vai se confundir! rs Por isso hoje listo 6 importantes praças dessa cidade que tanto amo!

Piazza di Spagna
Essa é uma das praças mais famosas da cidade. A atração aqui é uma enorme escadaria com 135 degraus que foi construída em 1725 para ligar a praça à Igreja Trinità dei Monti, que fica lááá no topo. Assim como quase todas as praças de Roma, a Piazza di Spagna também tem uma fonte, a fontana della Barcaccia, e ela é mega famosa já que foi esculpida por Pedro e Gian Bernini (pai e filho e grandes nomes do Barroco).

Mas confesso que já tive uma relação de amor e ódio com essa praça! Da primeira vez que fui à Roma só tinha visto imagens da praça na primavera, quando ela fica toda colorida e cheia de flores. Acontece que era inverno e, além de não ter flor alguma, a igreja citada acima estava em reforma e no lugar de uma bela igreja no final da escadaria havia um tampão de madeira. Decepção dita e feita! rs

Voltei uma segunda vez e a impressão mudou bastante. Também era inverno e obviamente não havia lindas flores por lá, mas a igreja já estava restaurada e a vista valeu a pena!

Eu e a minha mamis!

Piazza della Rotonda
É a praça onde fica o Pantheon e sua fonte, a Fontana del Pantheon. A vista aqui é linda e o legal é que essa praça datada de 1575 também abriga um pequeno obelisco que foi construído em cima da fonte, em 1711. Para saber mais sobre o Pantheon é só ler esse post aqui.

Piazza Navona
Essa praça é super tradicional e mostra o quanto os romanos amam praças. Os registros históricos mais antigos remetem à Roma antiga, quando no espaço onde hoje existe praça foi erguido o Estádio Domiciano (81 d.C). Depois de alguns séculos é que o estádio deu lugar à praça e ela foi sendo repaginada ao longo do tempo.

Na Piazza Navona fica o Palazzo Phamphilj, onde funciona a Embaixada Brasileira desde 1920 (se precisar, já sabe) e a praça conta com três fontes históricas. A mais famosa é a Fonte dos Quatro Rios, que representa os famosos Rios Danúbio, Ganges, Nilo e Prata (esculpida pelos Bernini).

Essa é a famosa Fontana di Nettuno

Ao norte da praça está a Fontana di Nettuno, datada de 1574 e a Fontana del Moro (datada de 1576) está na área sul. Ambas esculpidas por Giacomo della Porta. Mais sobre a Piazza Navona aqui. 

Piazza Venezia
“Prazer, eu sou a Piazza Venezia, mas também pode me chamar de rotatória”. Sim, é bem isso! Ao contrário das grandes praças da cidade, a Praça Veneza é uma rotatória, que intersecta várias ruas e avenidas de Roma. Ela também é muito conhecida por ficar bem em frente ao Monumento Vittorio Emanuele e pela proximidade do Coliseu. O Monumento, que por sinal tem uma vista panorâmica lindíssima! Duvida? Clica aqui e veja nosso post!

Piazza San Pietro
Tecnicamente essa praça não fica em Roma e sim no Vaticano, que é o menor país do mundo (cabe em 2 quarteirões). Mas vamos esquecer essa mera formalidade, ok? Aqui está a praça mais famosa e sem dúvida nenhuma a mais visitada da cidade.

Como quase tudo em Roma, a Piazza San Pietro foi construída em cima de outro lugar ainda mais antigo (aka Circo de Nero onde milhares de cristãos foram mortos) e foi apenas lá pelo século XVII que ela ganhou novos ares e foi remodelada por Bernini (eita família que trabalhou, heim?).

Bem no meio da praça há um obelisco de 40 metros de altura e cerca de 300 toneladas. E não é um obelisco qualquer: ele foi surrupiado direto do Egito Antigo pelo império romano e levado para Roma (mais alguém imagina como os caras fizeram isso?) e zanzou por outros cantos da cidade até ser colocado ali. Aqui nesse post do Blog 360 Meridianos tem várias outras curiosidades super bacanas.

Como toda boa praça de Roma há uma fonte, na Piazza San Pietro existem duas. Elas datam do século XVII e foram construídas em bronze e granito e cada uma fica de um lado do obelisco. O Vaticano é lindo e dá inclusive para assistir uma audiência com o Papa. Para saber mais é só clicar aqui. 

Campo dei Fiori
Aqui está a única praça de Roma que não tem ao menos uma igreja ao redor. De segunda à sábado há um mercado de flores, frutas, legumes e verduras por aqui e que só vale a visita caso queira comprar alguma coisa.

Não que a praça seja feia, pelo contrário, mas se compararmos às outras, ela não tem muito a oferecer.

Talvez o mais interessante dessa praça seja uma estátua de Giordano Bruno, um filósofo que em 1600 foi queimado vivo aqui mesmo nessa praça simplesmente por declarar que a Terra girava ao redor do sol.

Essas são as principais praças de Roma. É claro que existem muitas outras como você poder conferir nessa lista aqui e a importância delas vai de acordo com o seu gosto. Pesquise mais, mas não deixe de incluir algumas delas no seu roteiro. Roma é uma cidade encantadora em qualquer época do ano!

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Que roupas usar para viajar durante o inverno?

Eu sei que em boa parte do Brasil quase não faz frio. Somos um país solar, onde em vários estados é verão praticamento o ano inteiro. E quando esfria, é aquele friozinho bobo que não te obriga a usar quilos e mais quilos de roupa (OK, sei que no Sul é diferente).

Atendendo a pedidos resolvi mostrar como me preparo para viajar durante o inverno. Mas lembrando, gente, que esta é a forma que melhor deu certo para mim. Para você talvez seja necessário mais ou menos roupas de frio ou até mesmo que você tenha um método melhor que esse para me ensinar (contem no comentário, por favor!! rs).

Valle Nevado, Chile

Bem, vamos lá! É super normal a gente ter uma mini crise de pânico por não saber que tipo de roupa usar quando viajamos no inverno para outros países. É neve, chuva, vento, temperatura abaixo de zero e muitas vezes tudo isso junto e misturado.

Quando chega a hora de fazer a mala bate aquele monte de dúvidas e aquele medo de passar frio te acompanha diariamente. E é aí que a gente pensa em comprar mil casacos e tudo mais que for quentinho para levar. E eu estou aqui para dizer: não! Não precisa fazer isso!

Para te ajudar, resolvi usar minha vivência em alguns outonos e invernos por esse mundão para escrever esse post dando ideias de como se proteger do frio da porra durante a viagem. Não se trata de um post ao estilo “Look do dia”, mas sim algo do tipo: “Vai por mim”! kkkk

E também eu resolvi usar fotos das minhas viagens para ilustrar o post. Achei melhor mostrar uma situação “vida real” do que mostrar só a foto do casaco ou imagens aleatórias da internet.

Casca de cebola
O “método” que mais deu certo para mim, foi o casca de cebola que consiste em usar uma camada de roupa por cima de outra camada (como uma cebola, dããã).  O truque é combinar peças que possam isolar e manter o calor no seu corpo quando você estiver na rua. Falo na rua porque as casas, hotéis, bares e restaurantes possuem calefação e muito provavelmente dentro dos estabelecimentos estará tão quente que você vai querer tirar ao menos uma ou duas dessas camadas.

É claro que também tudo depende do lugar para onde você está indo. Essas dicas serão mais úteis em uma temperatura entre -08C e 10 graus ou para quem estiver indo para boa parte da Europa e Estados Unidos.

Agora vamos ao que realmente interessa: como montar as camadas sem parecer o boneco da michelin (ou ao menos, vamos tentar não parecer).

Primeira camada: quente e confortável
Além da roupa de baixo, sugiro que use uma segunda pele. No meu caso, na parte de cima uso uma blusa de manga de malha bem justinha ao corpo. Sendo honesta, sinto que a malha ajuda mais a manter meu corpo quente do que muita blusa térmica. Mas isso é algo meu. Conversando com as amigas (pq mulher sente mais frio, né?), muitas preferem as blusas térmicas mesmo. Prove e escolha a sua.

Vittorio Emanuele

A blusa de malha dá a opção de, se ficar mais quentinho, tirar boa parte dos casacos.

Colosseo

Já na parte de baixo uso uma meia calça potente (do fio 80 para cima), uma leggin grossa ou ainda uma calça térmica. As três podem ter o mesmo efeito e são finas e bem grudadas ao corpo. Isso é legal porque dependendo do frio você pode usar mais de uma ou até mesmo antes do jeans (uso assim sempre).

Segunda camada: pulo do gato
Na parte de cima agora é hora de usar uma boa blusa de lã ou fleece. É nessa parte que a intensidade do frio vai dizer se você vai precisar de mais ou menos camadas. Se não estiver muito frio, você vai colocar OU a lã (e aí entra todo tipo de blusa: suéter, cardigã e etc) OU a blusa de fleece. Caso o frio seja intenso, pode usar os dois tranquilamente, porque a regra principal é não passar frio!

Na parte de baixo vale o que falei na primeira etapa: se usar uma meia potente, feita para o inverno mesmo, provavelmente estará tranquila. Mas se estiver muito frio, use mais de uma meia ou aliada com o jeans.

Na foto estou: com uma blusa de malha (tipo da foto 1) e uma blusa de lã, um pouco mais grossa.

Na foto estou: com uma blusa de malha (tipo da foto 1) e uma blusa de lã, um pouco mais grossa.

 Se ficar um pouco mais frio, além da blusa de algodão e de lã, jogue por cima um casaquinho de lã ou fleece.

Se ficar um pouco mais frio, além da blusa de algodão e de lã, jogue por cima um casaquinho de lã ou fleece.

Terceira camada
Agora é a hora de escolher bem o casaco (ou oS casacoS) que vai te acompanhar. O inverno geralmente tem essa equação: vento + chuva + neve e o seu último casaco precisa te proteger de tudo isso! Imagina aquele vento passando pela sua blusa e congelando até a espinha? Ou imagine ainda você brincar de Elsa na neve e depois ela derreter e te molhar inteira? Não queremos e nem podemos passar por isso, não é mesmo? Então escolha um casaco que de preferência seja impermeável. Se não for nevar/chover/molhar, um casaco de feltro já pode ajudar bastante.

É! Ferrou e o frio chegou de vez? Então não deixe de usar um casaco potente! Este é impermeável e resiste a chuva/vento.

É! Ferrou e o frio chegou de vez? Então não deixe de usar um casaco potente! Este é impermeável e resiste a chuva/vento.

Aqui um exemplo de casaco corta vento e impermeável para os homens.

Aqui um exemplo de casaco corta vento e impermeável para os homens.

Eu tenho gostado muito dos que são feitos com pluma de ganso: esquentam horrores e são incrivelmente leves (pesam poucos gramas, de tão leves). A desvantagem dele é que são de origem animal (penas de ganso, lembra?). Mas se você não quiser, os tradicionais revestidos de poliéster também funcionam muito bem!

Aqui exemplo de casaco com pluma de ganso. Ele é fino e esquenta MUITO!

Aqui exemplo de casaco com pluma de ganso. Ele é fino e esquenta MUITO!

Esse é um exemplo de casaco de feltro.

Esse é um exemplo de casaco de feltro.

Quarta camada: o charme
Não se esqueça de levar luvas, cachecol e touca. No caso dos dois últimos leve muitos! São eles que – além de te esquentar – vão renovar o look. Geralmente é nessa parte que costumo exagerar na hora de montar a mala. São os acessórios que vão dar todo um charme para aquele casaco preto/cinza da viagem e uma nova cara para a roupa já usada algumas vezes.

Cachecol caríssimo? Difícil de encontrar? Nãããão! Cachecol da Riachuelo mesmo!

Cachecol caríssimo? Difícil de encontrar? Nãããão! Cachecol da Riachuelo mesmo!

Combo: cachecol da marisa + gorro decathlon.

Combo: cachecol da marisa + gorro decathlon.

Vale quanto custa?
Sempre li que as roupas de frio aqui do Brasil não ‘aguentam’ o frio que faz no exterior. Pelo que já testei, essa informação não é de toda correta, mas é fato que o material utilizado em nossos casacos é bastante inferior ao utilizado nos casacos da gringa. Pensando na lógica das camadas de roupa, com um casaco daqui você precisaria usar uma ou duas camadas a mais do que usaria se estivesse vestindo um casaco vendido em um país que realmente faz frio. Mas que dá para usar os nossos. Isso dá!

Aqui um exemplo da diferença de preço e porque : essa bota alem de impermeável. tem solado de borracha e pelos dentro, o que ajuda a quecer. No Brasil custaria certamente mais de 200 reais. Eu paguei 14 euros na Itália.

Aqui um exemplo da diferença de preço e porque : essa bota alem de impermeável. tem solado de borracha e pelos dentro, o que ajuda a quecer. No Brasil custaria certamente mais de 200 reais. Eu paguei 14 euros na Itália.

Também gostaria de falar sobre o preço desses produtos. Aqui no Brasil, casacos, meias de lã ou blusa de fleece obviamente são mais caros. Por isso, uma dica legal é deixar para comprar algumas coisas no país que for visitar. Geralmente ótimos produtos são vendidos nas lojas de departamento mesmo e por preços bem em conta.

Onde comprar?
Aqui no Brasil também temos lojas nacionais especializadas em produtos de inverno que são ótimas e pra lá de confiáveis. São elas: Oficina de Inverno, Fiero e Benevento. Também já comprei produtos na Decahtlon e gosto muito do custo/benefício para peças simples como meias, calças segunda-pele e casacos de fleece.

Ufaa! É basicamente isso que aprendi viajando para o frio. Se você tiver alguma dúvida ou alguma dica, deixe aqui nos comentários! :*

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Post índice sobre a Itália: O que fazer em Roma, Florença, Milão e arredores

O post de hoje é um índice com tudo o que eu publiquei sobre a Itália. Também vou dar algumas dicas gerais e falar sobre os hotéis onde nos hospedamos (e se valeram a pena). A Itália é muito mais do que uma paisagem bonita e uma comida deliciosa, esse país tem todo um charme especial e nos divertimos muito por lá!

Fizemos várias Day-trips e estabelecemos cidades-base para que tudo pudesse dar certo. As cidades escolhidas como base foram: Roma, Florença e Milão. Foi nelas que nos hospedamos e foi a partir delas que pegamos o trem ou carro para seguir até cidades menores em passeios de um dia.

Para quem quer saber preço de alimentação, eu diria que tudo depende de quanto você quer e pode pagar. Eu diria que uma refeição completa começaria a partir de uns 16 euros, mas também há muitos lanches como o Quebab com ótimos preços, que variam entre 4 e 8 euros.

Boa parte das viagens foi de trem. É fácil, seguro e pontual. Como era inverno, pegamos algumas tarifas reduzidas. Entre Roma e Florença pagamos algo em tordo de 38 euros pela Trenitalia.

Roma
De Roma não fizemos nenhuma viagem extra (a não ser que considere o Vaticano! Rs), mas é uma cidade que há muito o que fazer. São tantas praças, museus, igrejas… simplesmente andar pelas antigas ruas da cidade já é surpreendente. Por isso a dica aqui não é alugar carro e sim tentar fazer tudo caminhando e usando transporte coletivo como ônibus e metrô. Veja abaixo nossos posts sobre Roma e Vaticano:

Vaticano: subindo a Cúpula da Basílica de São Pedro e audiência com o Papa FranciscoVatican city

Os museus do Vaticano e a Capela SistinaVatican city

A misteriosa Ilha Tiberina de Roma e sua ponte com mais de 2 mil anosUma das pontes mais antigas da Itália. Foto: Emanuelle Rigoni
Um dia entre as gigantes colunas do Coliseu e Fórum Romano
Colosseo Rome

A linda vista panorâmica do Monumento Vittorio Emanuele
Vittorio Emanuele

O histórico Pantheon de RomaPantheon Rome
De mausoléu a residência Papal: este é o Castelo de Sant’Angelo
Castel SantAngelo

Praças de Roma: Navona e Spagna
Piazza Navona

Toscana
Se faltava alguma coisa para eu cair de amores pela Itália, a chegada em Florença arrebatou de vez meu coração! Sério! Que cidade maravilhosa, em todos os sentidos. Foi a partir dela que seguimos para as lindas cidades da região da Toscana. Ficamos 6 dias em Florença e viajamos bastante, por isso alugamos um carro. Foi uma decisão mega acertada e que nos deu muita mobilidade!

Daqui partimos para as seguintes cidades: Pisa, San Quirico d’Orcia, Pienza, Montalcino, Montepulciano, San Gimignano e Siena. Ufaaa! Também viajamos de trem entre Florença e Milão e o bilhete pela Trenitalia custou 42 euros. Veja no mapa abaixo para onde fomos e também nossa lista de posts sobre a região.

Nosso roteiro pela Toscana!

Nosso roteiro pela Toscana!

Piazzale Michelangelo e a melhor vista panorâmica de Florença
Piazzale Michelangelo, Florence

A histórica Ponte Vecchio de Florença
Ponte Vecchio, Florence

De carro pela Toscana: Conheça a Torre e a Marina di Pisa
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Duomo fechada e o melhor gelatto de Florença
Duomo Florence

Passeio noturno à Piazza della Signoria e ao carrossel da Piazza della Repubblica
Carrossel Florence in december

A busca pela famosa Cappella della Madonna di Vitaleta
Madonna di Vitaleta, Tuscany

De carro pela Toscana: a paisagem do Val d’Orcia
Val d'Orcia, Tuscany

Um dia de inverno por San Gimignano e Siena
San Gimignano, Italy
Conhecendo San Quirico d’Orcia, Pienza, Montalcino e Montepulciano
Pienza, Val d´Orcia, Tuscany

Milão
Pode não ter o mesmo charme e encanto que as cidadezinhas medievais da Toscana possuem, mas é uma cidade ultra moderna, aos moldes de grandes metrópoles. Os mais moderninhos tendem a gostar de Milão. Eu amei subir até o topo do Duomo e também adorei nossa viagem até Veneza, que é absolutamente espetacular no inverno. O bate-volta de Milão para Veneza foi meio caro, algo entorno de 75 euros. Mas valeu C-A-D-A centavo.

Milão do alto: o terraço do Duomo
Duomo, Milano

Um dia em Veneza: o que fazer
Venice, italy

Hotéis
Como já expliquei, ficamos hospedados em três cidades: Roma, Florença e Milão.

Roma
Em Roma, nos hospedamos no Hotel Colors e foi um baita acerto! O hotel fica próximo ao Vaticano (menos de 10 minutos de caminhada) e perto de muitas outras atrações como o Castelo Sant’Angelo, por exemplo. Conseguimos fazer boa parte das coisas a pé e quando precisávamos usar o metrô, tinha uma estação pertinho. Na região do hotel também tem muitos bares, restaurantes e mercadinhos. Achei os quartos de tamanho médio, mas não precisávamos de mais. Só não recomendo para quem tem algum problema de locomoção, pois é um prédio antigo (porém reformado) e não há elevador.

Florença
Ficamos no Italiana Hotels em Florença e também foi uma ótima escolha. Como estávamos de carro, pegamos um hotel um pouco mais distante do burburinho do centro. O Italiana Hotels tem um atendimento impecável, é extremamente limpo, espaçoso e tem um café da manhã maravilhoso! Recomendo principalmente para quem estiver em casal ou em família, pois é do tipo de hotel para quem quer relaxar mesmo!

Milão
Na cidade da moda não tivemos tanta sorte assim. Nós dormimos apenas 2 dias no Hotel Bolzano, acho que se tivéssemos reservado mais noites, muito provavelmente teríamos trocado de hotel. O lado bom dele é que fica extremamente perto da estação central (onde pegaríamos trem para Veneza e Paris). Já o lado ruim é que achei um hotel velho, não tinha lá o melhor cheiro do mundo e o atendimento foi bastante ruim.

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