Xcaret para quem viaja com crianças

Ahhh o Caribe!

O lindo, maravilhoso e azul mar do Caribe!

O lindo, maravilhoso e azul mar do Caribe!

Quando os brasileiros começam a se organizar para a viagem de férias, um dos destinos mais procurados é o Caribe. O mar azul turquesa que encanta, chama a atenção e desperta a curiosidade. Cancún por sua beleza e infraestrutura acaba ganhando pontos e nos últimos anos se tornou um destino certo.

Você mergulharia com tubarões?

Você mergulharia com tubarões?

Mas, além do mar e das ruínas que cercam esta linda cidade, um ecoparque temático chama a atenção. Trata-se do Xcaret e fica a cerca de 70 km de Cancún. Quando eu falo “Ecoparque temático”, quero dizer: quase tudo construído pelas mãos do homem para agradar turistas e você nunca vai saber diferenciar o que é natural e o que é fake. E isso é fato.

Mas, é um passeio que compensa principalmente se você estiver viajando com crianças. Lá elas poderão passear por um aquário enorme com arraias e tubarões, ver animais como jaguar, antas, tartarugas e ainda nadar com golfinhos. Também é possível fazer flutuação em um rio que passa por cavernas (gelado e um pouco assustador, mas não deixa de ser divertido).

Se mesmo assim você não quiser fazer nada disso, ainda pode optar por ficar na praia ou bebendo e comendo em um dos restaurantes.

Os Mariachis!

Os Mariachis!

Durante a noite, há um espetáculo de 2h30 e que conta com mais de 250 figurantes. É uma mega estrutura para contar as principais tradições do povo, os atores vestem as roupas da época e até rola um jogo de pelota maia.  Durante o espetáculo há apresentações de música e dança de quase todos os estados mexicanos – como os mariachis.

Achei a produção incrível! A única coisa que não gostei foi que eles usam animais em cena (araras, águia) e sou bem contra isso. Mas de resto, é tudo muito bem feito.

Dentro do parque existe ainda um peculiar cemitério construído em espiral (ou cone). É uma réplica, mas o diferente neste caso é que em cima das lápides há referências do que a pessoa mais gostava em vida, como um cachorro ou uma barco, por exemplo.

Um dos restaurantes de Xcaret

Um dos restaurantes de Xcaret

Há ainda uma Capela para São Francisco de Assis que fica no topo de um pequeno morro. A vista de lá é linda e da para ver todo o mar. Também há uma Igreja para Nossa Senhora de Guadalupe. Nos bancos da igreja estão “sentados” vários ícones da cultura mexicana que vão desde Frida Kahlo ao Chapolin Colorado.

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O dia em que eu tive que casar para ir pra Cancún

Ah, Cancún… Esse é o lugar mais lindo do MEU mundo! Digo isso, porque já passei por muitos lugares lindos sim, mas o impacto que aquele mar azul causa fica registrado na retina dos olhos. A notícia boa é de que desde maio desse ano, nós brasileiros não precisamos de visto para permanecermos um período de até 90 dias no México, mas em 2010 quando eu e o marido fomos, era um pouquinho mais complicado!

Ah... esse azul não precisa nem de legenda!

Ah… esse azul não precisa nem de legenda!

Para começar tivemos que nos deslocar de Cuiabá (onde morávamos) até São Paulo. Com tudo agendado previamente, fomos nós até a embaixada mexicana. Chegando lá, aquela revista básica onde você se sente um criminoso, depois aquela longa fila de espera, enquanto isso, você olha sua pastinha de documentos mil vezes para se certificar que não esqueceu de nada, até que…uffa, chegou a nossa vez.

Meu passaporte, com um visto de 5 meses o.O

Meu passaporte, com um visto de 5 meses o.O

Estava tudo tranquilo, até que percebemos que o rapaz que nos atendeu não estava em um dia muito bom. Mostramos os comprovantes das passagens, do hotel, os comprovantes bancários e a nossa declaração de união estável. Tudo certinho como pedia o site deles…

Depois de tudo isso o moço do guichê diz: “A documentação está toda correta, mas não aceitamos esse comprovante de casamento. Vocês têm até meio dia (isso eram umas 9h30) para me trazer esta certidão aqui. Procurem o cartório mais próximo”.

Eu pensei: Zuou? O cara dançou La Cucaracha na minha cara, mas enfim, lá fomos nós até o cartório. Pedimos para fazer tal certidão, tudo normal, até que o rapaz do cartório fez a seguinte pergunta: “O casamento é com comunhão parcial ou total de bens?!”

Oi? Casamento? Comunhão? Casamento? Do tipo casar?  Você pode repetir a pergunta?  o.O

Não, vocês não imaginam a expressão do cartorário… a gargalhada que ele respeitosamente engoliu… Passado o susto, assinamos os papéis e saímos de lá casados.

Voltamos para a embaixada e conseguimos os vistos. Não sem antes o mexicano dançar Macarena na minha cara. O visto do meu marido é válido por 5 anos, até 2015… adivinhem o meu? Ele me deu cinco MESES de visto. Mas tudo bem, fomos para Cancún mesmo assim, e é um paraíso!

Em Cancún, depois de 'casados'...

Em Cancún, depois de ‘casados’…

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#Wanderlust

Chichén-Itzá, ruinas Maias e muita hitória

Um dos destinos mais procurados atualmente pelos brasileiros é o México. O país chama a atenção dos turistas não só pelo mar de um azul inconfundível, como também pelas ruínas Maias que fazem parte de diversos sítios arqueológicos.
Este é o Templo dos Guerreiros. Todos os pilares de sustentação possuem esculturas de personagens importantes como guerreiros, membros da hierarquia e sacerdotes.
Chichén-Itzá é uma cidade arqueológica que fica no estado de Iucatã. O local funcionou como centro político e econômico da civilização Maia. De acordo com os estudos realizados em Chichén-Itzá, a estimativa é de que a cidade tenha sido fundada por volta do ano 435 a.C.
Um dos destaques do sítio arqueológico é o Templo de Kulkulcán. (Foto: Iara Vilela)
Já houve tempos em que os turistas podiam subir até o topo do templo de Kulkulcán. Podrém, depois de alguns acidentes com pessoas que passavam mal por conta da subida íngreme, o passeio foi suspenso.
Campo onde os homens jogavam “Pok ta Pok”, uma espécie de futebol Maia. (Foto: Iara Vilela)
Neste campo, os homens usavam bolas feitas de borracha para jogar Pok ta Pok. A partida era um pouco parecida com o futebol, porém as jogadas eram feitas com o quadril (isso, imaginem fazer embaixadinhas com a cintura, heim?) e o “Gol” era marcado quando passava por umas argolas de pedra que ficavam nas laterais (veja na foto acima). De acordo com os pesquisadores, o capitão do time perdedor era decapitado em sacrifício aos Deuses.
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