Conheça a Igreja San Bernardino alle ossa e seu ossário que fica pertinho da Duomo de Milão

Milão mescla o antigo com o moderno como nenhuma outra cidade italiana. De um lado, os últimos lançamentos da moda. Do outro, prédios históricos e igrejas centenárias como a San Bernardino alle ossa!

A San Bernardino alle ossa é a igreja da esquerda.

A diferença entre a San Bernardino e as igrejas comuns, é que a San Bernardino talvez seja um tanto quanto mórbida, já que há um ossário em uma de suas galerias. É isso mesmo que você está imaginando: uma capela completamente revestida com ossos humanos!

Eu fiquei me perguntando porque essa igreja é pouco explorada pelos turistas, já que fica bem no centro de Milão e bem pertinho da Duomo (sério, menos de 5 minutos de caminhada). Só descobri esse lugar super diferente depois que vi um snap da Magê, do blog Milão nas Mãos e lógico que anotei no meu bloquinho para quando voltasse à cidade.

A igreja
O turista mais desavisado que passar em frente à San Bernardino alle ossa nem de longe vai imaginar que ali existe um ossário. Com sua fachada simples, até mesmo se a pessoa der uma espiada pela porta da frente, provavelmente não vai achar nada demais.

É apenas ao entrar e seguir por um estreito e curto corredor que fica do lado direito é que se tem acesso à capela. Fomos bem cedo e ficamos esperando o ossário abrir, o que aguçou a curiosidade. Confesso que eu não parava de pensar que será que havia por trás daquela pesada porta de madeira.

E ao entrarmos posso dizer que o ossário superou a expectativa, pois ainda que mórbido, o lugar é muito bonito.

A história
A princípio o ossário foi criado apenas como uma “Sala Mortuária” por volta de 1200 quando já não havia mais espaço em um cemitério da região e o antigo Hospital Brolo já não tinha onde enterrar os pacientes que ali morriam.

Algumas décadas depois uma igreja foi construída bem ao lado e a sala foi incorporada e transformada em capela. Porém foi apenas em 1676 que a capela foi restaurada e os ossos reorganizados dessa maneira que podemos ver ainda hoje.

A San Bernardino alle ossa fica na Via Verziere, 2 (muito, muito, mas muito próxima da Duomo) e funciona de segunda à sexta das 8h às 12h e das 13h30 às 18h. Aos sábados e domingos fica aberta das 9h às 12h30.

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Flutuação no Rio Triste e Aquário Encantado: natureza incrível e intocada em Nobres, MT

Oi, gente! Sou a Manu, colaboradora especial do blog e a partir de hoje vou aparecer sempre por aqui não só para contar histórias e dicas de viagem, mas também para mostrar para vocês os lugares para onde viajo sob uma perspectiva diferente: a partir do meu olhar e da minha sensibilidade como fotógrafa profissional. Então espero que gostem de tudo! Ah! Me sigam nas redes sociais @manurigoni 😉

Sou catarinense (“barriga verde”), mas moro em Cuiabá há 9 anos e esse estado tem MUITO para mostrar. Meu primeiro post é sobre Nobres, uma cidade que fica 190km distante de Cuiabá/MT. Por lá fizemos a flutuação no Rio Triste e conhecemos o famoso Aquário Encantado.

Com parte da família nos visitando, aproveitamos para conhecer Nobres nos últimos dias do ano. Dezembro é verão, logo é época de chuva em Mato Grosso e por isso não é lá a melhor época para se andar na mata. Mesmo assim fomos!

Além da família também estávamos em uma turma boa de amigos (vieram de Santa Catarina e ouviam de lá falar sobre Nobres). Assim como a maioria das pessoas, eles também comparam Nobres com Bonito, que fica em Mato Grosso do Sul. Mas gente, apesar de as atrações naturais serem semelhantes, é bem diferente. Bonito é muito mais estruturado, mais fácil de chegar e também tem “mais anos de experiência” no turismo. Já Nobres é um pedacinho de paraíso pouco explorado e ainda em processo de “desbravamento”.

Como chegar
Pode-se chegar de carro ou van até Bom Jardim, distrito de Nobres, onde ficam as pousadas e restaurantes próximos aos principais pontos turísticos. Preferimos ir de carro para podermos parar onde bem entender para fotografar, além de estarmos com crianças na turma (mais para frente conto como é o passeio com elas).

Dias antes do passeio entramos em contato com a Agência e reservamos as entradas. Só de ver as fotos deles nos apaixonamos na hora! Fomos até Nobres apenas para validar a compra na agência e de lá partimos para o Aquário, que conta com um restaurante bem próximo.

Uma dica bacana é que lá você pode alugar câmeras que suportam a água. Eu, como uma fotógrafa que se preze, aluguei uma e fiz fotos e vídeos da turma. Sério, vale muito à pena! Pagamos R$ 50 no aluguel.

Deixamos para ver outros passeios na hora, o que foi uma péssima ideia, pois ficamos somente com a flutuação no Rio Triste e o Aquário Encantado. Queríamos muito conhecer a cachoeira, mas não havia mais vagas na turma com o Guia. Ah! A propósito: todos os passeios são feitos com guias e é super importante reservar tudo com antecedência!

O passeio
A primeira parada (ou fase 1, como eu prefiro chamar haha), foi no Aquário Encantado. Para chegar lá você anda um pouquinho mata adentro, e aqui a dica mais valiosa é: use filtro solar e repelente. Bastante repelente!

Todos devidamente com seus coletes de flutuação, nos colocaram na água (colocaram mesmo, é fila indiana). É um lugar cheio de peixes e que você custa a entender e a acreditar naquela água cristalina e como o próprio nome diz, é realmente um aquário e você se sente dentro de um, mesmo! haha

Os guias explicam e ficam de olho para você não encostar nas paredes/chão, pois suja a água que é muito transparente. A gente sabe que é pelo cuidado de toda a galera que trabalha duro no Aquário e nos outros pontos que locais como esses continuam preservados.  Lógico que aproveitamos para fazer inúmeras fotos, vídeos, poses.

O aquário é realmente muito lindo e surpreendeu todo mundo, tanto que ficamos quase uma hora boiando e curtindo a natureza.

Depois daquele tempinho no Aquário, fomos para a Flutuação no Rio Triste. E eu amei demais! O passeio que fizemos teve cerca de 1 quilômetro de flutuação. Daí eu entendi porque é preciso saber flutuar e segurar a respiração, já que apesar de super calmo, o rio é bem fundo em algumas partes.

No final estávamos famintos (aquela história de água dá fome). Voltamos para o ponto inicial, o restaurante. Finalizamos o passeio com um almoço típico da região: muito peixe! Aliás, quer comer peixe bom? Ninguém faz igual ao povo de Mato Grosso.

Preços
Os preços variam de acordo com Agência, duração das atividades, época do ano e até do número de pessoas na turma. Nós pagamos R$ 100 por pessoa, incluso dois passeios (Aquário Encantado e Flutuação no Rio Triste) e almoço com buffet livre. Apesar da estrutura simples, valeu cada centavo!

Parte chata
Agora vem a parte um pouco chata e que só nos avisaram quando chegamos lá no Aquário. Pessoas com medo de água, que não sabem nadar, flutuar ou segurar a respiração, acabaram ficando fora da “Fase 1”. O Aquário é BEM fundo, e só quem passa de “Fase” é que pode ir para a “Fase 2”, que é a flutuação no Rio Triste. Ou seja: quem não conseguiu flutuar no Aquário, foi para o restaurante esperar o restante. Sem contar na grana perdida.

Lembra a parte das crianças no passeio? Então, existe uma idade mínima para que elas possam entrar (lembra da parte flutuar e que não pode encostar os pés no chão?). Estávamos com uma criança de 3 anos e ela também não pôde fazer o passeio. Antes de levar crianças, CONFIRA COM A AGÊNCIA OU GUIA e certifique-se se elas poderão ou não curtir o passeio.

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Post-índice: confira nossos posts e muitas dicas e conheça um paraíso chamado Austrália

Conheci a Austrália em 2016 e desde que visitei a Tailândia e o Camboja em 2013, nenhum outro país tinha me despertado tanto interesse e tanta paixão! Eu simplesmente me mudaria sem pensar para qualquer cidade da Austrália, que por sinal é muito, mas muuuito mais que simplesmente o país dos coalas e dos cangurus.

Nesse post vou listar tudo o que publiquei sobre esse país tão incrível e também vou falar sobre minhas impressões, os hotéis onde nos hospedamos e tudo mais. É um geralzão para ajudar você a planejar sua viagem!

Bom, depois de alguns dias rodando a Nova Zelândia seguimos de avião para Sydney, que é uma cidade linda, limpa, segura, muito bem estruturada e com pessoas super educadas! Achei o preço médio dos restaurantes ok: nem barato, nem caro. A comida é super deliciosa e indico muito que separe um dia para almoçar ou ao menos tomar uns drinks em um dos restaurantes que ficam logo ao lado da Opera House. A vista é inacreditável!  

Em Sydney novamente nos hospedamos em um apart-hotel da rede Waldorf, o Woolloomooloo Waters Apartment Hotel e foi uma escolha super acertada! Fizemos praticamente tudo à pé e em alguns minutos de caminhada tínhamos acesso a tudo: Royal Bothanic Gardens, Opera House e The Rocks. 

Seguem os posts de tudo o que fizemos em Sydney:

Uma tarde entre a belíssima Baía de Sydney e a icônica Opera House

Conheça o Sydney Aquarium, que abriga mais de 650 incríveis espécies de animais marinhos

Passeio entre a Harbour Bridge e os muitos pubs do The Rocks

Caminhada entre Bondi e Coogee beach, a trilha mais linda de Sydney

Passeio pelo Royal Botanic Garden e um incrível pôr do sol na Baía de Sydney

Taronga, um incrível zoológico para crianças e adultos em Sydney

Dez coisas legais para fazer em Sydney que você pode incluir no roteiro da sua viagem pela Austrália

Depois de me encantar por Sydney, foi a vez de me apaixonar pela região da Grande Barreira de Corais. Ali minha definição de paraíso foi completamente atualizada! Usamos a charmosa Hamilton island como base para os passeios pela região e foi uma ótima decisão. Em Hamilton alugamos um apartamento no Blue Water Views, que tinha muito espaço, uma varanda maravilhosa e uma vista incrível! 

Nossa humilde vista! rs

Hamilton island: a porta de entrada para as Whitsundays e a Grande Barreira de Corais

Whitsundays: um dia entre as famosas Whitehaven Beach e Hill Inlet, as praias mais lindas do mundo

Grande Barreira de Corais: confira dicas de como conhecer esse incrível paraíso que fica na Austrália

Esse foi nosso roteiro pela Austrália, um país que não me canso de elogiar. Claro que há muito mais para se explorar nesse país de dimensões continentais, e essa é uma ótima desculpa para voltarmos! 😉

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